
O petróleo voltou hoje às quedas, depois da subida de ontem. A condicionar o preço da matéria-prima estão os receios de que a China restrinja o aumento da concessão de crédito, e também a perspectiva de aumento nas reservas dos EUA.
O petróleo voltou hoje às quedas, depois da subida de ontem. A condicionar o preço da matéria-prima estão os receios de que a China restrinja o aumento da concessão de crédito, e também a perspectiva de aumento nas reservas dos EUA.
O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, seguia a perder 0,81% para 78,38 dólares, tendência seguida em Londres. O Brent, que serve de referência às importações nacionais, recuava 0,81% para 77 dólares por barril.
A queda de hoje segue-se a uma subida superior a 1% na negociação de ontem, dia em que a valorização só não foi mais acentuada devido à recuperação da moeda norte-americana que tornou menos apelativo o investimento na matéria-prima.
Para a descida neste arranque de sessão está a contribuir o facto dos reguladores chineses terem solicitado a alguns dos maiores bancos do país para limitarem a concessão de crédito, travando assim o crescimento da economia, logo diminuindo as necessidades de petróleo.
Os investidores estão também a antecipar uma quebra nas reservas dos EUA. Os analistas consultados pela Bloomberg prevêem que os “stocks” do país tenham aumentado pela terceira semana consecutiva, um sinal de que a procura continua fraca.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@negocios.pt






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